Clube Maker, um espaço voltado para inovação, tecnologia e aprendizagem prática. O objetivo é estimular a criatividade, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de habilidades técnicas dos estudadesD I Á R I O D E B O R D OR O B OC E PC L U B M A K E RBorkeDA IDEIADA IDEIADA IDEIA AO MODELO.AO MODELO.AO MODELO. DO PROJETODO PROJETODO PROJETO À SOLUÇÃO.À SOLUÇÃO.À SOLUÇÃO. DA IDEIA AO MODELO. DO PROJETO À SOLUÇÃO.Curso de Prototipagem 3D: Curso de Prototipagem 3D: Curso de Prototipagem 3D: Fusion 360Autodesk

Você está lendo o "Borke" Este não é apenas um diário de bordo. É o registro da trajetória de um projeto que nasceu da curiosidade, da vontade de aprender e do desejo de compartilhar conhecimento. Aqui estão documentados os testes, desafios, aprendizados e decisões que deram origem ao projeto "Curso de Prototipagem 3D: Fusion". Este documento reflete a pesquisa científica como ela realmente acontece: um processo contínuo de experimentação, reflexão e evolução. O objetivo deste diário é registrar, de forma organizada e cronológica, todo o desenvolvimento do projeto, desde sua concepção até a aplicação das atividades e a análise dos resultados. Mais do que apresentar o produto final, este documento demonstra como as decisões foram tomadas, quais caminhos foram percorridos e como cada etapa contribuiu para responder à pergunta norteadora da pesquisa. Esperamos que, ao percorrer estas páginas, você acompanhe não apenas a evolução técnica do projeto, mas também o crescimento dos pesquisadores e o fortalecimento da Cultura Maker e da educação STEAM, aproximando estudantes da robótica, da prototipagem digital e da inovação. Seja bem-vindo(a) ao Borke. A partir daqui, cada página conta um capítulo desta jornada. Autores Somos estudantes do Colégio Estadual do Paraná e integrantes do Maker CEP, clube dedicado ao desenvolvimento de projetos de robótica, prototipagem digital e inovação tecnológica. Este projeto surgiu a partir das experiências vivenciadas no clube e do interesse em compartilhar conhecimentos sobre Cultura Maker, modelagem 3D e áreas STEAM. Ao longo desta pesquisa, buscamos desenvolver soluções, produzir materiais didáticos e incentivar outros estudantes a explorarem a tecnologia como ferramenta de aprendizagem, criatividade e transformação. Ass.:________________________________________R O B OC E PC L U B M A K E RDiário Bordode

A história por trás do nome Borke O nome Borke nasceu da união de duas ideias que representam a essência deste projeto: Bordo e Maker. Bordo faz referência ao diário de bordo, utilizado há séculos por navegadores para registrar rotas, descobertas, desafios e decisões durante uma viagem. Assim como uma expedição, uma pesquisa científica percorre caminhos desconhecidos, enfrenta obstáculos, testa hipóteses e aprende com cada etapa. Maker representa a filosofia do "aprender fazendo": criar, experimentar, construir, errar, aperfeiçoar e inovar. É a essência da Cultura Maker, que inspira este projeto e orienta todas as atividades desenvolvidas. Da união desses dois conceitos surgiu o Borke: um diário que registra uma jornada de pesquisa, inovação e aprendizagem. Cada página representa um novo passo dessa navegação, onde ideias tornam-se projetos, projetos tornam-se conhecimento e o conhecimento é compartilhado para inspirar novas descobertas. Mais do que um registro das atividades, o Borke é o mapa da nossa trajetória científica. Antes de continuar... Este diário registra fatos, decisões e descobertas. Mas algumas ideias não cabem apenas em palavras impressas. Escaneie o QR Code e descubra uma mensagem especial preparada pelos autores desta jornada. Quem sabe ela não ajude você a enxergar esta pesquisa por uma nova perspectiva? OBS:Embora este diário de bordo registre nossa trajetória no projeto, optamos por dar a esta versão digital uma abordagem mais educativa, organizada e acessível, para que um público mais amplo possa conhecer a proposta e compreender cada etapa. Já o Bork físico mantém uma perspectiva mais pessoal e espontânea, com nossas opiniões e nosso modo cotidiano de escrever. Assim, as duas versões se complementam: uma amplia o alcance das informações e a outra preserva de forma mais direta a experiência vivida pelo grupo.

Janeiro - Março 18-02 Foi o primeiro dia de maker, após as voltas aulas. revemos os nossos amigos maker a oficina e a sala de robótica, tivemos o primeiro contato com novos integrantes do maker e nós os veteranos explicamos os para os alunos novos o que era o meker ate pq, quem poderia ser melhor do que os próprios fundadores e coofundadores do clube 25-02 Com a retomada do clube Maker o professor Helton fez a nossa primeira reunião de ensaio e planejamento para propor as nossas metas e tarefas. Um dos projetos a serem concluídos com maior urgência foi a produção de “presentes” para o aniversario de 180 anos do Colégio que já seria na semana que vem, um presente do nosso clube Robocep para o CEP (Colégio Estadual do Paraná) 05-03 Bem hoje eu fiquei encarregado de dar uma organizada na nossa sala de maquinas e pensa em um modelo de caixa de suporte para os nossos equipamentos de segurança e saúde, nossas Máscaras de proteção e protetores auriculares são Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) essenciais para que possamos ficar em certas condições, um exemplo é a cortadora laser que não é uma maquina que possa ser usada de qualquer jeito mesmo sendo segura e projetada para o nosso bem estar na sala, temos que tomar cuidado com a fumaça pois é toxica e usada de mal jeito pode machucar alguém, por isso só a usamos com um professor responsável auxiliando.

Hoje foi um dia diferente para nós no Clube de Robótica CEP. Junto com os outros clubes de robótica do colégio, fomos ao Teatro Guaíra para acompanhar uma apresentação do DANCEP, a respeito do aniversario do colégio dia 13 de Março Além de participar desse momento, tivemos a oportunidade de entregar algumas das lembrancinhas que havíamos pensado, planejado e produzido anteriormente como parte das atividades dos clubes. Foi muito interessante ver algo que começou como uma ideia e passou pelo processo de criação e produção sendo utilizado para presentear outras pessoas. Esse momento também mostrou um lado diferente daquilo que fazemos nos clubes. A Cultura Maker não está presente apenas na criação de protótipos e projetos tecnológicos, mas também na capacidade de transformar ideias em algo concreto e significativo. Hoje, saímos um pouco do laboratório e levamos conosco uma parte do trabalho que construímos dentro dele. 18-03 Hoje foi um dia normal no Clube Maker. Continuamos nossas atividades, organizamos os projetos e seguimos trabalhando nas ideias que já estavam em desenvolvimento, para serem mostradas em nossas futuras trocas de experiencia. Mesmo sem nenhuma atividade diferente, esses momentos fazem parte da nossa jornada, pois é durante a rotina do clube que conseguimos testar, ajustar e desenvolver melhor nossos projetos. 13-03

competições de FTC e as práticas de Cultura Maker e prototipagem que fazem parte da nossa formação. O ambiente foi bastante colaborativo e acolhedor. Para nós, estudantes, foi uma experiência importante, pois tivemos a oportunidade de compartilhar o que aprendemos e perceber que nossos projetos podem despertar interesse em outros espaços educacionais. Depois, tivemos um momento de conversa entre os estudantes, no qual pudemos refletir sobre a experiência. Foi daqueles momentos que fazem a gente entender que a Cultura Maker não é só construir ou programar, mas também compartilhar, representar e reconhecer o impacto que podemos gerar nos outros. Com o convite para participar de um evento no Conselho Estadualde Educação, representando e apresentando um pouco dotrabalho que vínhamosdesenvolvendo na jornada Cultura Maker. Lá, falamos sobre a Robótica CEP, o Clube Maker, nossas feiras eEvento Especial deSurpresa Fomos pegos de surpesa em um dos nosso mais importantes eventos que poderiamos participar Fomos pegos de surpesa em um dos nosso mais importantes eventos que poderiamos participarLembrancinhas feitasLembrancinhas feitasLembrancinhas feitas 20-03

este dia foi de muita alegria para o nosso Clube Maker. Recebemos, pela primeira vez, uma máquina de bottons, que passou a fazer parte das nossas possibilidades e que pode ser utilizada em diferentes atividades, especialmente nas competições que participamos, como FTC, FLL e OBR. A máquina foi destinada ao Clube Maker por meio de uma iniciativa do Governo Federal, representando mais uma oportunidade de ampliarmos nossas experiências. Aprendemos como produzir os bottons, ajustar as configurações no CorelDRAW e montarmos a máquina. Depois dos primeiros testes, começamos a criar nossos próprios bottons e até tiramos fotos para usar na criação. Foi muito divertido, todo mundo experimentou, riu e participou, e a máquina tem um funcionamento bem manual, girando uma manivela. Foi mais do que aprender algo novo, foi um momento de vivência coletiva e criação, que representa muito bem o espírito da Cultura Maker. Neste dia, tivemos uma experiência diferente no Clube Maker: apresentamos aos novos integrantes como funciona a Cortadora a leser, enquanto o professor Elton conduzia uma aula prática, mostrando algumas funções e etapas da atividade. Também recebemos uma professora convidada, que compartilhou um pouco de suas experiências e comentou sobre outros grupos de Clubes Maker que ela já conhecia. A partir dessa conversa, começamos a compartilhar nossas vivências e conhecer um pouco das experiências dela. Foi uma verdadeira troca de conhecimentos, mais do que ensinar o ue já sabíamos, ouvimos outras perspectivas e percebemos que a Cultura Maker, em diferentes grupos, mantém princípios semelhantes de colaboração e aprendizado coletivo. Foi um encontro muito produtivo. 25-03 29-04

"Um presente feito por nós." Foi uma quarta-feira inesquecível: criamos uma lembrança diferente para as nossas mães, transformando fotos em gravuras feitas na cortadora a laser em MDF. O clima era de muita alegria e motivação, e, mesmo com alguns desafios na programação e ajustes de configuração, tivemos o apoio do professor para encontrar soluções e seguir adiante. No fim, cada um levou para casa sua própria gravura em MDF, feita com carinho e significado. Foi muito mais do que uma prática Maker, foi uma demonstração de como a tecnologia pode criar memórias e aproximar ainda mais a gente das pessoas que a gente ama. Este foi o dia em que o professor nos apresentou oficialmente a proposta de participar da Feira FEC. A partir daquele momento, começamos a organizar ideias, documentos e registros, além de pensar nas atividades, conceitos e projetos que poderíamos desenvolver. Foi um dia muito teórico, marcado pela reflexão sobre o que estávamos aprendendo e sobre o que gostaríamos de mostrar na feira. Mas, mais do que pensar em competir, começamos a enxergar a feira como uma oportunidade de mostrar nossa experiência com Cultura Maker, robótica, prototipagem e tudo o que estávamos construindo ao longo do Clube. Foi o começo de uma nova etapa, onde nossas ideias começaram a tomar forma e propósito. 06-04 Este diário nasceu da nossa experiência no ano passado, quando competimos, mas não registramos nossa trajetória. Dessa vez, eu já sabia que queria participar de novo e me preparei antes mesmo da feira começar. Fui anotando nossa jornada passo a passo, registrando não só as ações, mas também os nossos aprendizados. Essa clareza deixou o processo mais organizado e fluido. Afinal, para mim, esse evento nunca foi só uma competição, mas um espaço de amizade e descobertas. Foi esse sentimento que me motivou a guardar tudo isso e transformar nossos momentos em memória.

Diário de Bordo, 20 de maio. Tivemos a oportunidade de conhecer o CorelDRAW, um aplicativo usado para edição gráfica e criação de projetos visuais. Com a orientação do professor, começamos a explorar as principais ferramentas do programa e entender como elas podem contribuir para os nossos projetos Maker. Foi um momento importante para ampliar nosso conhecimento sobre diferentes Diário de Bordo, 20 de maio. Tivemos a oportunidade de conhecer o CorelDRAW, um aplicativo usado para edição gráfica e criação de projetos visuais. Com a orientação do professor, começamos a explorar as principais ferramentas do programa e 20-05 Nossa primeira aula piloto foi um momento marcante na nossa jornada. Conduzimos uma introdução à prototipagem 3D usando o exemplo de um parafuso. Trabalhamos na construção da peça, explorando suas características e tirando fotos do processo, inclusive dos detalhes da cabeça do parafuso e da participação dos integrantes. Nessa experiência, o Ryan atuou como professor e eu participei como professor auxiliar. Foi uma oportunidade de colocar em prática nossos conhecimentos e de experimentar o que é compartilhar o que aprendemos. Essa primeira aula piloto foi importante para experimentarmos a proposta e entendermos como poderíamos conduzir as atividades de capacitação. Afinal, a Cultura Maker não é apenas aprender a usar ferramentas, mas sim compartilhar conhecimento, colaborar com outras pessoas e transformar o que aprendemos em novas oportunidades de aprendizado. 13-05 ferramentas e como elas se conectam com outras práticas do Clube Maker, como a fabricação de bottons e o uso de máquinas de corte a laser. Esse contato ajudou a gente a perceber que o desenvolvimento de um projeto envolve não só a construção da peça, mas também o planejamento, a criação digital e a preparação dos materiais necessários. Pouco a pouco, fomos compreendendo que cada ferramenta digital pode agregar de um jeito diferente e complementar à nossa prática, apoiando o crescimento dos nossos projetos. Assim, vamos expandindo nossa visão sobre como transformar ideias em algo concreto, unindo criatividade, técnica e colaboração.

O foco para as atividades da Feira FEC. Neste dia, iniciamos a organização das ideias e a construção do artigo, pensando nos elementos que precisariam fazer parte, como a metodologia, os resultados esperados e tópicos que dessem base para apresentar nossa proposta. Também começamos a refletir sobre as perguntas que guiaram o trabalho e as respostas que gostaríamos de desenvolver ao longo do projeto. Esse momento foi importante para entendermos como transformar nossa experiência em um trabalho mais organizado e fundamentado. Assim, além da prática de prototipagem, passamos a dedicar mais atenção à pesquisa, ao registro e à estrutura das informações, para que pudéssemos apresentar a nossa trajetória na Feira FEC de forma clara, estruturada e significativa. 18-06 27-06 Nesse dia, recebemos uma visita inesperada de uma equipe de FRC, uma modalidade diferente de competição de robótica. Foi um momento interessante para o nosso colégio, que naquela época estava começando a se aproximar de novas experiências ligadas à FRC. Conversamos com os integrantes da equipe, trocamos ideias e conhecemos um pouco mais sobre essa modalidade de competição. Foi importante para ampliar nossa visão sobre outras formas de trabalhar com robótica e para entendermos a importância de estarmos abertos a novas experiências e aprendizados.

A robótica vai muito além da construção e programação de robôs. Ela envolve colaboração, compartilhamento de conhecimentos e contato com diferentes maneiras de criar soluções. Essa visita representou uma oportunidade de conhecer novos horizontes dentro da robótica. E de perceber como esses contatos entre equipes contribuem para o crescimento dos nossos projetos e da nossa formação na Cultura Maker. A experiência reforçou a ideia de que aprender é também se abrir ao que o outro traz e construir em conjunto. Assim, seguimos avançando, mais atentos às trocas e experiências que enriquecem a nossa caminhada e contribuem para o fortalecimento dos nossos objetivos na robótica e na Cultura Maker. Demos continuidade às documentações do nosso artigo e à organização dos materiais para a Feira FEC. Apesar de não ter acontecido algo extraordinário nesse dia, seguimos trabalhando na organização e registrei também uma foto para marcar mais um momento da nossa jornada. Achei importante incluir esse dia no Bork mesmo sendo calmo, porque cada registro ajuda a manter a linha do tempo organizada e valoriza tanto os grandes acontecimentos quanto os pequenos momentos que, juntos, formam a nossa história na Cultura Maker e na preparação para a Feira FECCI. A gente só seguiu documentando com cuidado, mesmo nos dias tranquilos. 01-07

Após alguns dias sem atividades por conta do recesso escolar(férias de julho) retomamos as atividades e focamos numa aula mais específica de prototipagem. Trabalhamos novamente o modelo do parafuso, agora com a participação do Arthur, que estava se integrando ao grupo para a apresentação da FECCI. Explicamos como acontecia a aula de Fusion 360, mostramos conceitos de rascunho, modelagem e outras etapas do processo. Foi uma forma de reforçar os conteúdos e integrar novos membros, fortalecendo ainda mais o aprendizado coletivo. 29-07 Devido ao ressesso escolar, as férias de julho, não tivemos aulas de Club Maker ao longo de umas semanas. Somente voltando no dia 29

Diário de Bordo, Uma Visita Especial à PUC. Nesse dia fomos convidados por um dos professores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná para conhecer a universidade e apresentar um pouco das ideias que estávamos desenvolvendo na nossa jornada Maker. Lá, tivemos contato com várias máquinas, incluindo algumas de altíssimo valor e complexidade. Conhecemos também processos de fabricação e usinagem, como o corte com jato d'água, que chamou bastante atenção. Foi uma experiência muito enriquecedora, que ampliou nossa visão sobre as possibilidades que a tecnologia oferece e nos fez perceber como esses conhecimentos se conectam com o que aprendemos no Clube Maker. Ficou ainda mais evidente como é importante buscar e explorar novos conhecimentos e caminhos. 31-07

Neste dia, tivemos a honra de receber a professora doutora Mia, amiga do professor Elton, para nos auxiliar no nosso projeto. Ela contribuiu com orientações importantes, conversando com a gente sobre o artigo, o questionário, os quizzes e trazendo pontos de vista bastante construtivos. Foi muito interessante, porque, além de olhar para o artigo e para os instrumentos, ela nos ajudou a pensar sobre como organizar melhor essas ideias. Ter esse apoio externo trouxe novas perspectivas e reforçou a importância de construir com orientação e colaboração. 05-08 As Origens da Nossa Proposta. Neste dia, tivemos uma reunião com um professor cujo trabalho serviu de inspiração para começarmos a desenvolver a ideia do nosso mini curso de prototipagem. A partir das aulas dele e, em especial, de uma videoaula que ele disponibilizou no YouTube, buscamos entender como poderíamos utilizar esse material como base para o nosso projeto. E é importante destacar que não se tratou de simplesmente copiar, mas sim de adaptar à nossa realidade, à nossa forma de trabalhar e à maneira como queríamos apresentar esses conhecimentos ao público. A ideia foi, a partir dessa referência, construir algo próprio, que tivesse a nossa cara e refletisse a nossa vivência no Clube Maker e com a prototipagem digital. 12-08

Um dia simples, dedicado às documentações. Organizamos como seriam conduzidas as próximas aulas, como entraríamos em contato com os professores e planejamos também uma aula antes dos alunos, para o planetário, para quem gosta de conhecer novas informações. No fim, tiramos uma foto para celebrar e registrar o momento, sem deixar essa data passar em branco. 19-08 PS: Tiramos essa foto para fins de zueira e comemoração do andamento do projeto em si.

Passamos o dia produzindo vários bottons com a máquina que já tínhamos no Clube Maker. Fizemos alguns para a equipe Acrux, da FTC. Os bottons estavam sendo feitos para serem usados no off season e, junto disso, pudemos ver os troféus do off season. Foi um dia mais voltado à prática e à produção: não trabalhamos nos arquivos do nosso projeto, pois o foco ficou em fabricar os bottons e colaborar com outra equipe de robótica. 26-08

Nós fomos até a coordenação do nosso colégio para conversar sobre a possibilidade de conseguirmos turmas para a aplicação do nosso curso. Depois disso, conversamos com os responsáveis pela área de Matemática e marcamos uma reunião com os professores de matemática. 09-09 Tivemos nossa primeira reunião com os professores da coordenação de Matemática para apresentar o projeto e pedir autorização para realizar as aulas durante os períodos deles. Explicamos o que pretendíamos fazer e como gostaríamos de conduzir as atividades. Felizmente, os professores aprovaram a proposta e demonstraram interesse pelo projeto. E registramos tirando foto com uma das professoras que cedeu sua aula para a implementação do projeto. 11-09

Iniciamos uma nova etapa na organização do nosso projeto para a Feira de Ciências, estruturando o Banner e buscando entender como organizar as informações de forma clara, organizada e bem fundamentada. Discutimos os principais tópicos que deveriam compor o trabalho, como a introdução, os encaminhamentos metodológicos, os resultados, a conclusão e as referências. Cada parte teria uma função importante na apresentação do nosso projeto. Esse momento foi essencial para transformar nossas ideias em uma estrutura mais definida, permitindo que organizássemos melhor tudo o que construímos ao longo da capacitação em prototipagem 3D 16-09 Visita inesperada ao colégio Enquanto estávamos na oficina de robótica, um helicóptero do Exército pousou na área esportiva do colégio. A cena causou surpresa e entusiasmo, e tiramos várias fotos para registrar o momento. Embora não estivesse diretamente relacionado às atividades do projeto, foi um acontecimento marcante daquele dia.

Recebemos novamente a visita da doutora Mia, que nos auxiliou na organização do banner do projeto. Revisamos os registros e as partes principais do trabalho, como introdução, encaminhamentos metodológicos, resultados, discussões e referências. Também refletimos sobre a pergunta norteadora e sobre como apresentar a educação digital de forma acessível e significativa. Sua experiência contribuiu para tornar a proposta mais clara, objetiva e conectada ao cotidiano dos estudantes. 23-09 Nesse dia, fomos convidados para participar da Feira SEC, que tinha um tema medieval. A gente estava lá para mostrar um pouco do que desenvolvemos no Clube Maker, apresentar nossas atividades de robótica e também compartilhar algumas informações sobre outras equipes da FTC. Além de mostrar nossos projetos, foi um momento de conhecer outras pessoas e se divertir. Foi uma experiência que ajudou a divulgar nosso trabalho e valorizar as nossas experiências no colégio 25-09

Nesse dia, recebemos a visita da ONG Passos da Criança para oferecermos um curso de modelagem 3D. Dessa vez, não utilizamos o Fusion por ser uma ferramenta muito complexa para crianças mais novas. Por isso, realizamos o curso com a ferramenta Tinkercad. Serviu como mais um treino para nossas aulas, sendo notado que era necessário melhorar a oratória e a dicção dos membros. 06-10★

Nosso participante Ryan Batistel recebeu um convite de Ednalva Oliveira e Michelle Mendes, pesquisadoras envolvidas com iniciativas de educação científica no Paraná, para visitar a Universidade Federal do Paraná (UFPR). Durante o encontro, participou de uma apresentação sobre a história das feiras de Ciências, sua evolução e importância para a divulgação científica, além de conhecer a trajetória da FECCI, desde sua criação até seu desenvolvimento como espaço de incentivo à pesquisa e integração entre estudantes, escolas e pesquisadores. 07-10

Nesse dia, iniciamos a preparação das máquinas para as aulas de prototipagem 3D, focando na instalação do Fusion 360. Fomos à sala 316 para instalar o programa nas máquinas que seriam usadas nas atividades. Tentamos configurar o acesso com os e-mails, mas tivemos dificuldades e não conseguimos finalizar tudo naquele dia, então continuamos nos encontros seguintes. Essa etapa foi importante para preparar o ambiente de aprendizagem e garantir que os computadores estivessem prontos para as atividades do nosso minicurso. Mesmo com os im previstos, seguimos trabalhando para viabil izar as aulas e proporcionar aos participantes o contato com a model agem e a protot ipagem digital por meio do Fusion 360. 14-10

Nesse dia, fizemos nossa primeira aula inaugural de prototipagem 3D com os estudantes e dividimos em momentos de aula, apresentando o Fusion 360 e mostrando algumas ferramentas e possibilidades de criação, junto dos questionários. Durante as atividades, os estudantes puderam explorar a modelagem digital, e, ao final, propusemos um desafio extra que seria a porca, onde alguns conseguiram criar uma pequena espada usando a modelagem. Foi muito legal ver o interesse e a criatividade deles em explorar diferentes possibilidades e desenvolver seus próprios projetos. Essa primeira experiência foi uma etapa muito importante para o nosso projeto, pois conseguimos colocar em prática o que planejamos durante a preparação do minicurso. Além de ensinar sobre prototipagem 3D, tivemos a oportunidade de acompanhar o interesse deles e perceber como a Cultura Maker pode despertar curiosidade, autonomia e aprendizado prático. 23-10

Nesse dia, realizamos nossa segunda aula do minicurso de prototipagem 3D usando o Fusion 360. Atendemos duas turmas diferentes, com dois horários de aula para cada turma, totalizando quatro aulas. No começo da aula demos o questionário pré-curso, durante as atividades, apresentamos as ferramentas de modelagem digital e orientamos os estudantes na criação de seus próprios projetos e no final mais uma vez pedimos para eles responderem o questionário pós-curso. Essa experiência nos permitiu observar as dificuldades e o envolvimento dos participantes, contribuindo para o aprimor amento da nossa forma de ensinar e para o desenvolvimento do minicurso. 26-10

fizemos a pesquisa com os estudantes e explicamos o que é o STEAM, mas tivemos um imprevisto por causa da prova Paraná Mais, que impediu uma das aulas no laboratório. Ainda assim, seguimos com a turma na aula seguinte e atendemos outra turma depois. As crianças participaram e tentaram fazer as atividades, mas o tempo não foi suficiente para chegar ao desafio extra. Também notamos uma diferença na quantidade de respostas entre os questionários iniciais e finais, o que dificultou a análise dos resultados.27 28 e-10 No dia vinte e oito de outubro, demos nossa última aula, retomamos os conceitos e propusemos os desafios. Todas as crianças conseguiram participar e concluir o que foi proposto, apesar de pequenas dificuldades com login nos computadores. Encerramos o minicurso com uma experiência positiva. Observação para o diário: em vez de falar que eles perderam o interesse, podemos apresentar como "perda de participantes no acompanhamento da pesquisa". Isso não significa necessariamente desinteresse, porque a prova e o tempo também influenciaram. concluímos nossas atividades e as aulas do minicurso. Agora, aguardamos a Feira de Ciências para apresentar os resultados e compartilhar o que construímos e aprendemos nessa trajetória. Encerramos os registros por enquanto, na expectativa de concluir oficialmente esse trabalho durante a feira.