LIVRO A INSPETORA

© 2026 EEFTI Padre Abílio Monteiro Neto Proibida a reprodução total ou parcial sob qualquer meio, sem prévia autorização. Todos os personagens deste livro são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas ou acontecimentos da vida real é mera coincidência. Diretora: Ariene Lemos Coordenadores: Hulguete Fidelis Andréa Costa Alex Ferreira Secretário: Rafael Falcão Revisão: Peuletai Xavier Itaiçaba CE 2026 Colaboradores: Ana Raquel Cor, Iasmim Firmino, André Lucas Digitação, Anna Luiza Cor, Ana Evely Letra e cor, Raavi Damasceno, Maria Cecilia, Esther Rodrigues Arte final, Ana Leticia Arte final, Rayssa Vitória Arte final, Maria Vitória Arte final, Bruna Lorena Cor, Esther Pereira Cor, Lilian Rebeca Cor.

No mundo atual, cheio de crises, acho que os pais que conseguem estimular os filhos à leitura, estão formando seres hu ma nos. Acho que o livro tem o condão de prender crianças, quando o assunto as estimula. Isso, em parte, as afasta da televisão, mas depende do livro, do pai, do professor. As crianças não pedem para nascer. E os pais que as geram precisam assumir a maturidade do sacrifício e do diálogo, se não quiserem ver destroçada toda a obra de sua criação... por omissão. Justifico só até certo ponto o cansaço dos pais que chegam do serviço, querem um banho... e televisão. Por dever de consciência, eles precisam se lembrar que a presença deles, pode construir um herói para o filho. Pois se o filho não enxerga nele o herói, sai buscando falsos heróis por aí. Lamentar depois, é burrice... (SANTOS DE OLIVEIRA, 1982, p. 2)

Está obra foi inteirmente produzida pelos alunos da eletiva "Historia por meios dos quadrinhos" no primeiro semestre de 2026 da EEFTI Padre Abílio Monteiro Neto de Itaiçaba CE, e é uma adptação do livro "A inspetora e a Mula sem Cabeça" de Ganymedes José, publicada originalmente em 1974 pela Editora Tecnoprint que foi assinada como Santos de Oliveira, sendo este (a série "A Inspetora") os únicos de sua produção (mais de uma centena de obras) que o autor assinou de maneira diferenciada. O autor sugere a hipótese de que talvez quisesse colocar alguma distância entre estes livros pulp, de bolso, produzidos sempre em prazos curtos e sob encomenda, e o restante de sua literatura, que ele pretenderia mais cuidada, mais séria, mais digna do olhar dos seus pares (ou de um Dr. Ganymédes...) e da crítica especializada. Ou talvez uma exigência contratual da editora por um desejo de separação cautelosa entre as figuras Dr. Ganymédes, escritor de literatura, e Santos de Oliveira, escritor de literatura de massa.