Preservação de Ativos Industriais com VCI em Desastres

Documento técnico que explica o uso da tecnologia VCI (Inibidor Volátil de Corrosão) para preservar ativos industriais após eventos climáticos extremos. Aborda o conceito de VCI, categorias de ativos preserváveis (peças sobressalentes, equipamentos rotativos, estruturas metálicas, painéis elétricos) e vantagens financeiras como redução de perdas e continuidade operacional.

Este documento técnico aborda a preservação de ativos industriais metálicos em cenários de desastre, especialmente após eventos climáticos extremos. Ele é direcionado a profissionais de manutenção, engenharia e gestão de ativos que buscam soluções para evitar a corrosão de equipamentos expostos a umidade, poeira e agentes corrosivos.

O texto explica o conceito de VCI (Inibidor Volátil de Corrosão), uma tecnologia que libera vapores químicos formando uma camada protetora nanométrica sobre superfícies metálicas, impedindo a ação de umidade e oxigênio. Destaca que o processo vai além de uma simples embalagem, exigindo expertise em corrosão atmosférica e Design for Corrosion Control.

São listadas quatro categorias de ativos que podem ser preservados com VCI: peças sobressalentes (válvulas, engrenagens), equipamentos rotativos (compressores, bombas, turbinas, motores, trocadores de calor, eixos), estruturas metálicas (tubulações, flanges, suportes, tanques) e painéis e componentes elétricos (quadros de comando, conectores, placas eletrônicas).

O documento detalha as vantagens financeiras da preservação com VCI em cenários de desastre, incluindo redução de perdas patrimoniais, continuidade operacional acelerada, economia em manutenção corretiva, diluição do investimento inicial e ROI positivo em curto prazo. Conclui que cada unidade monetária investida retorna em menor custo total de propriedade e maior confiabilidade dos ativos.