Revista Pense 1 Edicao 2026 (2)

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1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R>> 3 Sou Kadu Pereyra, jornalista, editor-chefe da Pense, e por mais de uma década esti- ve à frente da redação da Voz do Comér- cio. Depois de oito anos longe do jornalis- mo, retorno às redações movido por uma inquietação antiga: provocar, informar e, principalmente, fazer a gente pensar no que realmente importa. A Pense nasce com esse compromisso. Mais do que acompanhar os acontecimen- tos, a revista propõe reflexões. Um espaço que começa por Barra do Piraí, mas mantém o olhar atento ao Sul Fluminense, suas his- tórias, seus desafios e suas transformações. E é com esse espírito que abrimos esta edição. Vivemos em uma era em que tudo pare- ce poder ser acelerado. A informação che- ga em segundos, as respostas são imedia- tas e, agora, até o corpo parece seguir essa lógica. A matéria de capa desta edição propõe uma reflexão que vai além da estética: até que ponto estamos evoluindo e até que pon- to estamos apenas encurtando caminhos? Medicamentos como a tirzepatida repre- sentam, sem dúvida, um avanço importante da ciência. Podem melhorar a saúde, reduzir riscos e transformar vidas. Mas todo avanço exige consciência. Existe uma diferença profunda entre aquilo que nos é oferecido e aquilo que é construí- E D I T O R I A L ENTRE O ATALHO E A CONQUISTA Toda estreia carrega mais do que expectativa, carrega propósito. do por nós. O atalho, por si só, não é o pro- blema. O risco está em substituir o processo. Quando o resultado chega antes da mu- dança interna, ele pode impressionar, mas dificilmente se sustenta. O corpo responde rápido. A mente, nem sempre. Sem transformação de hábitos, comporta- mento e consciência, qualquer conquista cor- re o risco de se tornar passageira: uma apa- rência de mudança, não uma mudança real. Talvez o grande desafio do nosso tempo não seja escolher entre esforço e facilidade, mas aprender a equilibrar ambos com res- ponsabilidade. A ciência pode ser impulso, apoio e reco- meço. Mas não pode ser o único caminho. Porque a verdadeira transformação não está apenas no corpo que se vê, mas na consciência que se constrói. ARQUIVO PESSOAL 04. MUNDO PET 06. COMÉRCIO VIVO 07. PAUTA MASCULINA 08. MÃO NA RODA 10. TIRZEPATIDA O ATALHO QUE TODO MUNDO QUER, MAS QUE PODE COBRAR UM PREÇO ALTO 13. DIREITO DE SORRIR 14. CONSTRUSERRA INSPIRA 16. VIDA EM MOVIMENTO 17. QUEM E ONDE Os conteúdos publicados nas colunas assinadas são de inteira responsabilidade de seus respectivos au- tores. Os colunistas participam da Revista Pense na condição de convidados independentes, não possuin- do vínculo profissional com a publicação. REVISTA PENSE: Contato: (24) 99956.7072 Essa publicação é um produto da Udak Comunicação CNPJ: 62.975.770/0001-07 Jornalista Responsável: Carlos Eduardo Ribeiro Pereyra SRT/RJ nº 32267 Editor-Chefe: Carlos Eduardo Ribeiro Pereyra Projeto Gráfico Sálvio Bhering Tiragem: 3.000 exemplares Distribuição Dirigida ADM/FNC: Maryany Holanda ÍNDICE EXPEDIENTE

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R4 << Pet bem cuidado começa com tutor bem informado POR PAULINO FIGORELLI Neste espaço, vamos falar sobre cuidados, saúde, prevenção, bem-estar e dicas práticas para o dia a dia dos pets, esclarecer dúvidas comuns e mostrar que cuidar bem começa com informação de qualidade. Antes de falarmos sobre cuida- dos, saúde e tudo o que envol- ve o universo dos pets, acre- dito que o mais importante é começar pela origem: quem está por trás desta coluna e por que ela existe. Meu nome é Paulino Figorelli, e a minha história com os animais não começou ago- ra. Ela vem de casa. A Agron, loja que hoje tenho orgulho de estar à frente, foi funda- da pelo meu pai há mais de 60 anos. Cres- ci nesse ambiente, aprendendo na prática, no dia a dia, convivendo com clientes, ani- mais e suas diferentes realidades. Ao longo desses anos, uma coisa ficou muito clara para mim: cuidar de um pet vai muito além de carinho. Existe informação, prevenção e responsabilidade envolvidas — e nem sempre o tutor tem acesso a isso de forma simples e direta. É exatamente por isso que esta coluna nasce. A proposta aqui não é complicar, nem falar difícil. Muito pelo contrário. Quero tra- zer orientações práticas, acessíveis e úteis para o dia a dia de quem tem um pet em casa. Aquela conversa que normalmente acontece no balcão, no atendimento, no contato direto — agora transformada em conteúdo para ajudar ainda mais pessoas. Porque quando a informação chega an- tes do problema, ela evita sofrimento. E quando o tutor entende, o cuidado me- lhora — e o animal sente. Se você tem um pet, essa coluna é para você. Se ainda não tem, talvez depois dessas conversas você passe a olhar esse univer- so com outros olhos. E já posso adiantar: na próxima edição, vamos falar sobre um assunto simples, mas que muita gente ainda negligencia — e que pode colocar em risco a saúde do seu pet e da sua família: vermifugação. Até a próxima. *

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1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R6 << Empresas fortes não nascem ape- nas de vendas. Nascem de rela- cionamento, credibilidade, posicio- namento e participação ativa na comunidade. Essa visão foi construída ao longo de mais de três décadas de atuação no mer- cado segurador e de uma trajetória mar- cada pelo empreendedorismo, pelo envol- vimento com causas sociais, entidades e pelo desenvolvimento regional. Danilo Dinelli é corretor de seguros des- de 1995 e CEO da Barra Bella Corretora de Seguros, empresa que se tornou referên- cia regional pela excelência no atendimen- to, relacionamento próximo com os clientes e atuação estratégica no mercado. Ao longo dos anos, sua presença ultra- passou os limites do ambiente empresarial. Foi presidente do Rotary Club de Barra do Piraí, fortalecendo ações humanitárias e projetos comunitários. Atua como diretor financeiro da APAE de Barra do Piraí e também como vice-presidente da Associa- ção Comercial de Barra do Piraí, partici- pando ativamente de pautas ligadas ao desenvolvimento econômico e ao fortaleci- mento do comércio regional. Essa vivência entre comércio, associati- vismo e participação social inspira a colu- na **Comércio Vivo**, criada para trazer reflexões modernas, humanas e estratégi- cas para empresários, comerciantes e em- preendedores da nossa região. A proposta vai além dos negócios. O objetivo é criar um espaço de diálogo sobre desenvolvimento do comércio local, relacionamento entre empresários, liderança, posicionamento, fortalecimento das entidades, comportamento do consumidor, networking, atendimento, experiência do cliente, responsabilidade social e participação ativa do empresário na cidade. Em um cenário onde o consumidor mu- dou, as empresas também precisam evo- luir. Hoje, o empresário que cresce de forma sólida entende que relacionamento continua sendo um dos maiores ativos de qualquer negócio. Participar das entidades, apoiar proje- tos sociais, construir conexões verdadei- ras e fortalecer o comércio local deixou de ser apenas diferencial. Passou a ser parte essencial de quem deseja gerar im- pacto positivo e crescimento sustentável. A coluna Comércio Vivo nasce com es- se propósito: valorizar pessoas, experi- ências, conexões e ideias que ajudam a fortalecer toda a cidade através do co- mércio. Próxima edição O consumidor mudou. E agora? Uma reflexão sobre comportamento, re- lacionamento e os desafios das empresas que desejam continuar relevantes em um mercado cada vez mais conectado e exi- gente. POR DANILO DINELLI EMPRESÁRIO CORRETOR DE SEGUROS LÍDER ASSOCIATIVISTA RELACIONAMENTO, ESTRATÉGIA E DESENVOLVIMENTO PARA O COMÉRCIO LOCAL COMÉRCIO VIVO A visão de quem vive o comércio na prática há mais de 30 anos

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R>> 7 Cuidar da aparência já deixou de ser apenas uma questão estética. Hoje, é também sobre identidade, autoestima e a forma como o homem se posiciona no mundo. Mas, apesar dessa evolução, ainda existe muita desinformação quan- do o assunto é estética masculina. Proce- dimentos, cuidados, tendências… quase sempre chegam ao público cercados de dúvidas, mitos e opiniões rasas. É justamente nesse espaço que nasce a Pauta Masculina. Meu nome é Alemão, estou à frente da Barber Shop e, no dia a dia, convivo com histórias reais de homens que buscam se sentir melhor com a própria imagem — se- ja através de um corte de cabelo, barba, prótese capilar ou outros cuidados que vão muito além do visual. Mais do que falar sobre serviços, a pro- posta desta coluna é informar. Trazer clareza sobre temas que ainda geram insegurança, explicar de forma simples o que muita gente complica e abrir espaço para um olhar mais consciente sobre a estética masculina. POR A L E M Ã O B A R B E R S H O P Estética masculina sem tabu Porque no fim das contas, cuidar de si mesmo não é sobre seguir padrões — é sobre se reconhecer. Na próxima edição, vamos começar es- clarecendo um dos temas mais cercados de dúvidas: prótese capilar masculina — mitos e verdades. E essa conversa está só começando. Te espero na próxima edição! Aqui, você não vai encontrar promessas milagrosas ou fórmulas prontas. Vai encontrar informação, experiência prática e, principalmente, respeito às escolhas individuais.

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R8 << POR D A N I E L A V E L A R Seu carro fala. Você sabe ouvir? O carro até avisa. O problema é que, na maioria das vezes, a gente não perce- be — ou prefere ignorar. E é exatamente por isso que nasce a coluna Mão no Roda. Aqui, a conversa é direta, sem complicação e sem enrola- ção. A ideia não é falar difícil, nem trans- formar mecânica em algo distante. Pelo contrário. É trazer para o dia a dia aqui- lo que todo motorista deveria saber, mas quase ninguém explica de forma simples. Eu sou Daniel Avelar, proprietário da Oficina do Daniel. Há mais de 30 anos no mercado, acumulei não só experiên- cia, mas histórias reais de quem vive a rotina de uma oficina todos os dias. Já vi gente gastar dinheiro à toa. Já vi carro parar por descuido simples. E já vi muita dor de cabeça que poderia ser evi- tada com informação básica. Essa coluna nasce justamente disso: da prática, da vivência e da vontade de compartilhar conhecimento de forma clara e útil. Aqui você vai encontrar dicas, alertas e orientações que podem te ajudar a eco- nomizar, evitar prejuízos e, principalmen- te, não ficar na mão quando mais preci- sar do seu carro. Porque no fim das contas, carro não é só máquina. É trabalho, compromis- so, família, rotina. Quando ele para, a vida também trava. Então fica o convi- te: acompanhe essa coluna. Ela foi fei- ta pra você que dirige todos os dias e quer entender melhor o que está nas suas mãos — ou melhor, no seu volante. E já adianto: na próxima edição, vamos falar sobre um detalhe que muita gente ignora e que pode, literalmente, te dei- xar a pé. Recall, uma convocação das montado- ras que muitos não sabem mas se ignora- do pode inviabilizar a sua vistoria. Até a próxima. IMAGEM ILUSTRATIVA

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1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R10 << TIRZEPATIDA Durante décadas, emagrecer es- teve associado a três pilares inevitáveis: disciplina, esforço e tempo. Dieta, treino, constân- cia. Um processo lento, muitas vezes frus- trante, mas construído. Hoje, essa lógica foi encurtada. Uma caneta, uma aplicação semanal e resultados que antes levavam meses co- meçam a aparecer em poucas semanas. Sem cirurgia, sem internação e sem o mes- mo nível de sacrifício. O nome desse novo protagonista é a tir- zepatida, mais conhecido como Mounjaro. E ela não chegou devagar. Chegou como fenômeno. Resultados que impressionam Não se trata apenas de promessa. Estudos clínicos internacionais apontam que a tirzepatida pode levar a perdas ex- pressivas de peso corporal. Na prática, isso representa uma transformação signifi- cativa, física e visual, em um período rela- tivamente curto. Em um país como o Brasil, onde a obe- sidade cresce de forma consistente e já afeta milhões de pessoas, o medicamento O ATALHO QUE TODO MUNDO QUER, MAS QUE PODE COBRAR UM PREÇO ALTO Emagrecimento acelerado, corpos transformados e uma pergunta inevitável: estamos diante de uma revolução médica ou de uma nova dependência coletiva? Todo mundo quer emagrecer, mas ninguém quer esperar A lógica mudou, e mudou rápido. (PRINCÍPIO ATIVO DO MOUNJARO)

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R>> 11 surge como uma resposta potente. Mas talvez potente demais para ser adotada sem reflexão. O problema não está apenas no medi- camento, mas na motivação A tirzepatida foi desenvolvida para tra- tar condições metabólicas importantes, como o diabetes tipo 2 e, em determina- dos contextos, a obesidade. Mas o que se vê hoje vai além da me- dicina. Pessoas sem indicação clínica passa- ram a buscar medicamentos desse tipo impulsionadas por insatisfação estética, pressão social e um padrão de corpo ca- da vez mais inalcançável. Existe um ponto silencioso nesse deba- te, e talvez seja o mais importante. O emagrecimento acelerado não resol- ve, por si só, a relação emocional com a comida. Também não trata automatica- mente a ansiedade, a compulsão ou os hábitos construídos ao longo de anos. Sem esse trabalho interno, o risco é cla- ro: o corpo muda, mas o padrão perma- nece. E quando o padrão permanece, o ciclo tende a se repetir. Um mercado bilionário e uma insatisfa- ção que alimenta o sistema Por trás da revolução estética, existe uma engrenagem econômica poderosa. O mercado global de medicamentos para emagrecimento caminha para cifras bilionárias. Quanto maior a insatisfação coletiva com o próprio corpo, maior o crescimento dessa indústria. Isso levanta uma reflexão incômoda: Estamos sendo tratados ou estimulados a nunca nos sentirmos suficientes? A pergunta que quase ninguém faz: e depois? O que acontece quando o uso é inter- rompido? Estudos já indicam que parte do peso pode retornar. A fome reaparece. O cor- po reage. Nesse cenário, surge um risco pouco discutido: a dependência contínua do me- dicamento como única forma de manter o resultado. O atalho, então, deixa de ser apenas solução e passa a ser manutenção per- manente. A sociedade da imediatidade A tirzepatida não é apenas um medica- mento. Ela também se tornou o retrato de uma geração que busca respostas rápi- das, evita o desconforto e tenta substituir processos por atalhos. Essa lógica não impacta apenas o cor- po. Ela se estende ao consumo, às de- cisões, aos relacionamentos e à forma como lidamos com frustrações e expec- tativas. Estamos nos tornando uma sociedade que não tolera o tempo. E isso tem um preço. Revolução ou alerta? A resposta não é simples. Sim, estamos diante de um avanço cien- tífico relevante, capaz de melhorar indi- cadores de saúde e qualidade de vida O que era tratamento começa a se transformar em tendência. O que era exceção passa a ser comportamento. E isso muda tudo. O corpo muda rápido, mas a mente nem sempre acompanha A obesidade é uma pandemia global em crescimento contínuo e durante décadas tivemos grande dificuldade em alcançar resultados consistentes no seu tratamento. O surgimento das terapias baseadas em incretinas mudou esse cenário, e a tirzepatida representa um no- vo avanço, com eficácia superior às gerações anteriores no controle do peso e das doenças metabóli- cas. Quando bem indicada, torna- -se uma ferramenta poderosa no combate a um dos principais fato- res de risco para mortalidade da população.” “ Dr. Leon Mouffron Endocrinologia, metabologia e nutrologia

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R12 << quando utilizado com indicação, acom- panhamento e responsabilidade. Mas também estamos diante de um si- nal claro de transformação cultural, em que o resultado imediato começa a valer mais do que o processo. A questão, portanto, não é demonizar o medicamento. É entender o lugar que ele deve ocupar. Porque emagrecer pode ser importante. Tratar doenças metabólicas pode ser ne- cessário. Buscar saúde pode ser urgente. Mas nenhum avanço substitui consciên- cia, acompanhamento profissional e mu- dança real de comportamento. A pergunta que fica Você quer apenas emagrecer ou quer aprender a cuidar do corpo que vai acompanhar você pelo resto da vida? As “canetas” do emagrecimento Nos últimos anos, uma nova geração de medicamentos injetáveis mudou o trata- mento da obesidade e também o com- portamento em torno do emagrecimento. Liraglutida, Saxenda Considerada uma das pioneiras. Tem uso diário e resultados mais moderados. Semaglutida, Ozempic e Wegovy Popularizou o método. Tem aplicação semanal e passou a ser amplamente as- sociada à perda de peso. Tirzepatida, Mounjaro Enquanto a tirzepatida ainda domina o presente, uma nova geração de medicamentos já está em desenvolvimento. A retatrutida, ainda em fase de estudos, atua em três meca- nismos hormonais e pode am- pliar ainda mais os resultados observados atualmente. Mas, junto com o avanço, cresce a pergunta: Até onde vamos na busca por resultados cada vez mais rápi- dos? Porque, se a tecnologia ace- lera, o comportamento precisa acompanhar. O FUTURO JÁ COMEÇOU As canetas de tirzepatida são ótimas ferramentas no emagrecimento, mas apenas mascaram a fome. Sem reeducação e mudança de hábitos, o reganho de peso é ine- vitável — assim como nas canetas antigas ou na bariátrica. Com o apetite reduzido, o grande desafio clínico é bater as metas de proteínas e água (40ml/kg). O treino de força e o ajuste nutricional são inegociáveis para salvar a massa muscular e garantir um emagrecimento com saúde. Leonan Hernandes / Nutricionista “ Semaglutida (Ozempic®/ Wegovy) Ainda lidera o mercado global Tirzepatida (Mounjaro®) Crescimento acelerado Liraglutida (Saxenda®) Perde espaço entre as novas opções Quem domina o emagrecimento hoje e quem pode dominar amanhã? Distribuição estimada de uso global É uma das opções mais recentes. Atua em dois mecanismos hormonais e tem apresentado resultados expressivos em estudos clínicos. Fonte: estimativa baseada em dados globais de vendas e prescrição de medi- camentos, relatórios financeiros da Novo Nordisk e Eli Lilly, IQVIA, Bloomberg Intelli- gence e Evaluate Pharma, 2024 e 2025.

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R>> 13 Ao longo de mais de 20 anos atuando como cirurgião- -dentista, tive a oportunida- de de acompanhar de per- to algo que vai muito além dos dentes: histórias, inseguranças, dores silencio- sas e, principalmente, o impacto que a saúde bucal tem na vida das pessoas. Muitos ainda enxergam a odonto- logia apenas como estética — dentes alinhados, brancos, um sorriso bonito. Mas, na prática, o que vemos no dia a dia é muito mais profundo. A boca fala sobre saúde, autoestima, acesso e até sobre as oportunidades que alguém pode ter ao longo da vida. Infelizmente, nem todos têm acesso ao básico. E isso transforma algo que deveria ser simples — como sorrir sem dor ou sem vergonha — em um privi- légio. É a partir dessa vivência que nasce a proposta desta coluna. POR D R . P E D R O C U N H A Mais do que dentes: uma nova forma de olhar a saúde bucal Aqui, quero ir além do óbvio. Trazer orientações práticas sobre cuidados com a saúde bucal, explicar tratamen- tos de forma clara e acessível e, prin- cipalmente, abrir espaço para uma re- flexão maior: por que ainda tratamos a saúde bucal como algo secundário? Mais do que informar, a ideia é conscientizar. Porque cuidar da boca não é apenas uma questão de estética, é qualidade de vida, é dignidade, é inclusão. Este é um espaço para falar de saú- de de forma real. E, principalmente, para lembrar que existe muito mais por trás de um sorri- so do que se vê. Na próxima edição O erro de quem acha que escovar os dentes é suficiente.

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R14 << POR JULIANA NOVAES TABET EMPRESÁRIA & COLUNISTA A R Q U I T E T U R A | D E C O R A Ç Ã O | T E N D Ê N C I A S | E X P E R I Ê N C I A S Uma história construída junto com Ipiabas Ahistória da Construserra se mis- tura com a própria história de Ipiabas. O que começou como uma extensão de um posto de gasolina, fornecendo materiais básicos para as primeiras construções da região, cresceu acompanhando cada etapa do desenvol- vimento do distrito. À medida que novas casas surgiam e a cidade se transformava, a Construser- ra ampliava sua estrutura, seu estoque e sua capacidade de atender os sonhos de quem escolhia construir aqui. Com o passar dos anos, Ipiabas deixou de ser apenas um pequeno distrito para se tornar um dos destinos mais deseja- dos da região. O crescimento do turismo, a valorização imobiliária e a chegada de projetos cada vez mais sofisticados exigi- ram uma nova evolução da empresa. Hoje, a Construserra possui lojas em Mi- guel Pereira e Valença, além da matriz em Ipiabas. Com a expansão ela passou a oferecer desde materiais para pequenas reformas até acabamentos de alto pa- drão, revestimentos, especiais, louças, me- tais, iluminação e soluções completas para arquitetura e decoração. Mais do que vender materiais, a empresa passou a participar da realização de pro- jetos. Por isso, conta com arquitetos parcei- ros, projetistas e profissionais preparados para orientar cada cliente na escolha das melhores soluções para sua obra. Foi justamente dessa trajetoria que nas- ceu a idéia da coluna Construserra Ins- pira. Um espaço criado para compartilhar tendências, materiais, ideias e experiên- cias que possam inspirar quem está cons- truindo, reformando ou transformando ambientes. Porque construir não apenas erguer paredes. É criar espaços onde histórias serão vívidas por muitos anos. O que torna a Construserra única, é a forma como aborda o conceito de atendimento. Temos um real compromis- so com a verdade, pois enxergamos cada cliente com exclusividade, respeitando suas singulares necessidades. “ Marcos Tabet | co-fundador da Construserra “

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1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R16 << Cuidar da saúde vai muito além de estética ou desempenho físico. É sobre ter energia para viver bem, disposição para a rotina e qualidade de vida ao longo dos anos. Em meio à correria do dia a dia, muitas vezes deixamos isso de lado — até que o corpo começa a dar sinais de que algo precisa mudar. É justamente sobre esse equilíbrio possí- vel que nasce esta coluna. Sou Naderson Volpato, ex-atleta profis- sional de vôlei por mais de 20 anos, com passagens por equipes como Flamengo e Universidad Católica, no Chile. Hoje, si- go no esporte através do vôlei de praia, mantendo vivo não apenas o hábito, mas o estilo de vida que o esporte me ensinou. Há 15 anos, atuo à frente de um studio de personal trainer e acompanhamento nutricional, experiência que se conecta diretamente com a filosofia da Barra Rio Sports: promover saúde de forma acessí- vel, consistente e adaptada à realidade de cada pessoa. Mais recentemente, ampliamos es- se olhar com o Saúde + Home Care, um serviço pensado para levar atividade fí- sica, orientação nutricional e cuidados especializados até a casa das pessoas. Um atendimento mais próximo, individu- alizado e humano — principalmente para quem precisa de atenção contínua e per- sonalizada. Ao longo dessa trajetória, uma coisa fi- cou clara: não existe transformação real sem constância. E não existe constância sem um plano que respeite a rotina, os limites e o momento de cada um. É isso que você vai encontrar aqui. Uma abordagem prática, sem radicalis- mos, sem promessas irreais — apenas caminhos possí- veis para quem quer viver melhor. Se existe um primeiro pas- so, ele começa com a deci- são de cuidar de si. E esse caminho pode ser mais sim- ples do que parece. Na próxima edição: Nunca mude de forma radical — o er- ro mais comum de quem decide começar uma vida saudável. POR N A D E R S O N V O L P A T O Viver melhor começa com constância

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R>> 17 Para celebrar o lançamento do Livro Anuário da Construserra, em parceria com a Associação Casa VIP, foi realizado um jantar especial no Restaurante Pandiá. O evento reuniu convidados, parceiros e amigos em uma noite de confraternização e networking. O jantar foi preparado pelo chef e proprietário Aldo, que recebeu os presentes com sua tradicional hospitalidade e gastronomia, tornando a ocasião ainda mais especial. LANÇAMENTO DO LIVRO ANUÁRIO DA CONSTRUSERRA Juliana e Marcos Tabet anfitriões da noite de lançamento do anuário Fotografo Daniel Ferrk com a anfitriã Juliana Tabet Antônio (AM Arquitetura) Gláucia Fernands (estudante) e Renato Tabet. Aldo, Chef e proprietário do Restaurante Pandiá Marcos Tabet, e Anna Reis (ARJM Arquitetura) Juliana Tabet (dir.) e a arquiteta Carolina Calixto

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R18 << CAFÉ COMUNITÁRIO DE IPIABAS Presentes no evento e totalmente disponíveis para prestar contas e ouvir os convidados estavam o Coronel Fabio, comandante do decimo batalhão e a prefeita de Barra do Pirai Kátia Miki Robson, nosso mestre cervejeiro e proprietário da cervejaria Du Pai, ao centro Sargento Leonardo Joras que aproveitou os bastidores do café para conversar com Marcelo Joaquim, chefe de serviço da 88DP, Marcelo compôs a mesa representando a delegacia e esclarecendo a importância da integração entre as policias para os resultados na segurança apresentados na reunião À esquerda Léo Salgueiro Ex secretario de turismo e proprietario da pousada Brisa do Vale, ao centro Eden, reune vários empreendimentos em Ipiabas, dentre ele os restaurantes Braseiro e o japonês Yama Sushi, e na direita que tambem marcou presença e fez questão de trazer sugestões e cobranças foi o Paulo carinhosamente conhecido como Sucuri, proprietário do delicioso restaurante Alto da Colina. Quem também marcou presença foi o empresário e presidente da CDL-Barra do Pirai Carlos Alberto (Beto) que nessa foto está ao lado de Gedeon, Presidente da Associação comercial de Ipiabas e anfitrião do evento. O café da manhã comunitário realizado na Sec. de turismo, foi uma iniciativa da Associação empresarial de Ipiabas junto a prefeitura e o décimo batalhão da PM. O encontro tem como objetivo reunir moradores e autoridades para entender e discutir as ações que estão sendo realizadas em relação a segurança pública. O comandante da Cia de Barra do Piraí, Tenente Silva, apresentou os números e índices de segurança da cidade. em seguida as autoridade presentes falaram sobre o tema e lago após foi aberto o espaço para que a sociedade se manifestasse, trazendo um debate construtivo e democrático com críticas e sugestões para a melhoria da segurança em Ipiabas. Tadeu Oliveira (dir.), Sec. mu- nicipal de turismo, ressaltou a importância deste trabalho para o turismo, lembrando que recentemente Ipiabas recebeu mais de 60 mil pessoas dentro de um único mês sem nenhuma ocorrência, deixando de lega- do apenas os investimentos e geração de renda para o setor do turismo. Sem as ações co- ordenadas entre as forças de segurança esse resultado não seria possível. Tenente Silva, comandante da companhia responsável pela segurança de Barra do Pirai, ao lado de Luiz Zappa, um dos mais antigos empresários gastronômicos de Ipiabas e principal influenciador por imprimir o estilo roqueiro do distrito.

1 ª E D I Ç Ã O - J U N H O D E 2 0 2 6 | P E N S E , O C O N T E Ú D O E M P R I M E I R O L U G A R>> 19 ANIVERSÁRIO DO PEDRO NÓBREGA Matheus Pedroza encontrou uma brecha na correria da agenda municipal para dar um abraço no amigo Pedro. Nesta foto temos a personificação do elegante Dom Rapelu. pra quem não sabia é daí que vem o nome do famoso restaurante localizado no centro de Barra. Os sócios Raoni Azevedo (esquerda) e Luan Teles (a direita) Pedro Nóbrega (ao centro). Em uma noite dedicada ao conhecimento e à valorização da autoestima, o Colégio Cândido Mendes reuniu participantes para um encontro inspirador, marcado pela troca de experiências e pela participação especial de Juliana Brito Aline, Na foto temos algumas Mulheres que estavam presente, começando da esquerda para a direita temos, Samantha Mansur-Advogada e anfitriã da noite, na sequencia sua irmã Ana Paula Fonseca - Psicóloga, Ana Paula Dutra Gestora do Núcleo de defensoria da União, um pouco a frente temos Aguiar -Empresária do setor têxtil/ vestuário, mais alta ao fundo, Alba Valéria Empresária do setor de esportes e ciclismo e na extrema direita Mary Holanda proprietária do restaurante Fazenda do Vale. Sergio Nóbrega foi flagrado fugindo da dieta en- quanto se acabava no delicioso rodizio do Ipitown, o produtor e idealizador de sucessos, como Rock in Cover e Rock na Estrada, estava muito bem acom- panhado da família. À esquerda, Marina Nóbrega) e à direita Karina Nóbrega. A esquerda temos o nosso colu- nista Dr. Pedro Cunha que esta- va recebendo os amigos e depu- tados Júlio Lopes Dep. Federal (ao centro) e Gustavo Tutuca Dep. Estadual (a Direita) Ambos eleitos pelo PP, partido do Dr. Pe- dro. Os deputados vieram a Bar- ra do Piraí para a inauguração do complexo viário que interligou a Química, Vila Helena e Mata- douro e aproveitaram para cons- truir alguns alinhamentos políticos para a cidade e para a Cruz Ver- melha com o Dr. Pedro Cunha. Entre uma viagem e outra de Barra do Piraí para Ipiabas, Ana Paula Dutra e Wagner Barros têm um hábito que já virou tradição: passar no Restau- rante Fazenda do Vale para um almoço tranquilo. Gestora do núcleo da Defensoria Pública da União e ele segundo Tenente da Polícia Militar, o casal aproveita o horário mais calmo da casa para des- frutar da boa comida e da companhia dos amigos Kadu e Mary, com quem compartilham uma amiza- de construída ao longo dos anos. O Restaurante Fazenda do Vale recebeu a simpá- tica visita do casal Regina e Márcio Nora. O reno- mado dentista de Barra do Piraí, celebrou ao lado da esposa seus 22 anos de união, em um almoço especial cercado de ca- rinho, boas lembranças e momentos inesquecíveis. Ao casal, nossos votos de muitas felicidades e que essa história de amor continue sendo escrita com saúde, cumplicidade e alegria. O sec. Roger Machado, da secretaria de serviços públicos, recebeu uma mo- ção de aplausos na câmara do verea- dores que foi entregue diretamente das mãos do presidente da câmara Rafael Couto e da prefeita Kátia Miki. Parece que apesar de ser um estreante na vida pública, Roger vem se destacando não só por sua habilidade técnica, mas por saber conduzir politicamente sua pasta. Essa homenagem fala muito sobre isso.

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