DA ETERNIDADE SEM PROPAGANDA 00

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GERSON GOMESGERSON GOMESGERSON GOMESClic ou Arraste

1 DO PRINCÍPIO AO JARDIM GÊNESIS 1:1–2 CAPÍTULO 1 No príncipio, havia Deus e a vastidão dos céus.

Antes da primeira guerra, da primeira lágrima e da primeira sepultura. Não existiam templos, altares ou cidades. Não havia povos divididos por fronteiras, línguas ou crenças. Havia Deus e a vastidão dos céus. 2

ANTES DE TUDO GÊNESIS 1:1–2 Em meio àquela imensidão, um pequeno planeta, ainda sem forma, começava a ser preparado. Havia Deus e a vastidão dos céus. 3

4 E disse Deus: Haja luz. GÊNESIS 1:3–5 horizontes. Apenas uma imensa extensão líquida cobria o pequeno planeta A luz rompeu a escuridão. A superfície da Terra ainda permanecia coberta pelas águas. Não havia solo, caminhos ou PRIMEIRO DIA

Parte permaneceu abaixo; parte ficou acima. E, entre elas, abriu-se uma vasta expansão: a imensidão que Ele chamou céu. Deus separou as águas. O horizonte encontrou seu lugar. 5 SEPARAÇÃO DAS ÁGUAS GÊNESIS 1:6–8 SEGUNDO DIA

Deus reuniu as águas em seus lugares, e o solo emergiu. À porção seca chamou Terra; ao ajuntamento das águas, Mares. Os mares encontraram seus limites. Pouco a pouco, o pequeno planeta ganhava forma. 6 TERRA E MARES GÊNESIS 1:9–10 TERCEIRO DIA

VIDA GÊNESIS 1:11–12 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente; árvore de fruto que dê fruto segundo a sua espécie... Então, o verde cobriu o que antes estava vazio. Dentro de cada fruto havia sementes, pequenas promessas de que a vida continuaria se multiplicando. A relva nasceu. Árvores ergueram seus galhos e produziram frutos. 7 TERCEIR O DIA Deus disse:

QUARTO DIA LUZEIROS GÊNESIS 1:14–19 9 No alto, o sol passou a iluminar os dias; a lua, a acompanhar as noites; e as estrelas ocuparam o céu. DIA NOITE 8

QUINTO DIA A CRIAÇÃO GANHA MOVIMENTO GÊNESIS 1:20–23 Os mares se encheram de movimento. Peixes atravessaram as águas, enquanto aves descobriram os caminhos invisíveis do céu. 9

SEXTO DIA SOBRE A TERRA GÊNESiS 1:24–25 Animais de todos os tamanhos, formas e cores passaram a ocupar campos, montanhas e florestas. Tudo ganhava vida. A criação respirava. 10

TUDO PREPARADO 11 Havia vida por toda parte. Havia água para saciar a sede. Havia beleza para ser contemplada. Havia luz para que pudesse enxergar. Havia terra para que pudesse caminhar. Havia frutos para que pudesse se alimentar. O pequeno planeta estava pronto

Pela primeira vez, alguém abriu os olhos e contemplou todo o esplendor da criação. Então, Deus passou a formar o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida. 12 SEXTO DIA GÊNESIS 1:26; 2:7 “Façamos o ser humano à nossa imagem...”

UMA MORADA PREPARADA O homem ainda não existia, mas cada detalhe da criação parecia ter sido preparado para sua chegada. 13 Tudo já estava ali, pronto. O homem não chegou a um mundo vazio, inacabado ou hostil. Ao abrir os olhos, encontrou luz, alimento, beleza e vida. Cada parte da criação já estava ali, cuidadosamente colocada em seu devido lugar antes de sua chegada.

IMAGEM E PROPÓSITO GÊNESIS 1:26–28 Mas o homem não foi criado apenas para receber. Recebeu a responsabilidade de cuidar da criação, a capacidade de fazer escolhas e o privilégio de relacionar-se com seu Criador. Diferentemente de tudo o que existia, ele foi criado à imagem e semelhança de Deus. Recebeu um mundo pronto. E recebeu também a responsabilidade de cuidar dele. 14

GÊNESIS 2:18–20 15 O homem caminhou entre os animais e deu nome a cada um deles. Observou suas formas, seus movimentos e a maneira como ocupavam a criação.

16 Pela primeira vez, em meio a tudo o que era bom, algo não estava completo. Entre todos os seres que passaram diante de seus olhos, nenhum deles estava sozinho. Percebeu que eram diferentes entre si, mas havia algo que todos eles possuíam em comum. Havia vida por toda parte, entretanto, em meio a toda aquela vida, não havia ninguém semelhante a ele, alguém com quem pudesse compartilhá-la.

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Então, Deus fez o homem adormecer profundamente. Foi formada a partir dele - semelhante, próxima e, ao mesmo tempo, única. Enquanto ele dormia, retirou de seu lado aquilo com que formaria a mulher. 18 NÃO É BOM QUE O HOMEM ESTEJA SÓ GÊNESIS 2:18; 21–23 Quando o homem abriu os olhos e a viu diante de si,

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Com ela, a criação encontrou sua última expressão e, ao fim do sexto dia, a obra estava completa. 20 compreendeu que já não estava sozinho.

ÉDEN GÊNESIS 2:8–15 21 Em um jardim chamado Éden, receberam mais que um lugar para viver.

Receberam 22

A ESCOLHA GÊNESIS 2:16–17 Fazia parte da vida. Não conheciam a culpa, não temiam o amanhã e não precisavam esconder-se de quem os havia criado. A eternidade ainda não era uma promessa distante. Entretanto, no centro daquele jardim, havia uma escolha. 23

E o nosso destino começou com uma simples pergunta. 24 Mas também o meu e o seu. Na verdade, o de toda a humanidade. E dela dependeria não apenas o futuro daquele casal.

NO CENTRO DO JARDIM GÊNESIS 2:15–17; 3:1–9 25 CAPÍTULO 2

UM MUNDO EM ORDEM GÊNESIS 2:8–15 A terra lhes oferecia alimento, os rios percorriam o Jardim e a natureza não representava ameaça. Não precisavam procurar abrigo. Não conheciam a fome, o frio ou o medo. Também não precisavam disputar espaço com ninguém. O homem e a mulher viviam em um mundo onde tudo possuía lugar, ordem e propósito. Nada lhes faltava. 26

27 PROPÓSITO GÊNESIS 2:15 Deus havia confiado ao homem o cuidado daquele lugar. O trabalho fazia parte de seu propósito: cuidar daquilo que havia recebido. Cultivar não era um castigo, e trabalhar não significava lutar pela sobrevivência.

AGORA ELE NÃO ESTAVA MAIS SOZINHO Havia com quem dividir o silêncio, o trabalho, a beleza e a vida. O homem e a mulher estavam nus, mas não sentiam vergonha. Não havia disfarces, segredos ou medo de serem vistos como realmente eram. 28

DIANTE UM DO OUTRO Eles estavam diante um do outro. E ambos estavam diante de Deus. No Jardim, a liberdade era imensa. Árvores de todas as espécies ofereciam seus frutos. Nada lhes faltava. 29

EM MEIO À ABUNDÂNCIA GÊNESIS 2:16–17 Em meio a toda aquela abundância, apenas uma delas trazia um limite: a árvore do conhecimento do bem e do mal, situada no meio do Jardim. Apenas uma trazia um limite. 30

O LIMITE GÊNESIS 2:16–17 Não era a falta de opções que tornava aquela árvore importante. Todas as outras estavam disponíveis. Aquela única árvore representava algo que nenhuma das demais exigia: O homem havia recebido uma orientação: poderia comer livremente dos frutos do Jardim, mas não deveria comer do fruto daquela árvore. uma escolha. 31 E mandou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás dela; porque no dia que dela comeres, morrerás.

ATÉ QUE GÊNESIS 3:1 Durante algum tempo, o limite permaneceu apenas como limite. O homem e a mulher desfrutavam de tudo o que haviam recebido sem precisar tocar naquilo que lhes fora negado. Até que uma voz estranha transformou a única árvore proibida na única que parecia importar. 32

A SERPENTE NÃO COMEÇOU OFERECENDO O FRUTO Começou fazendo uma pergunta: Foi isso mesmo que Deus disse? 33

OUTRA POSSIBILIDADE GÊNESIS 3:2–5 Não morrereis. Mas a serpente apresentou outra possibilidade: A mulher conhecia a orientação. Poderiam comer dos frutos das árvores do Jardim, menos daquele. Se comessem, morreriam. Segundo ela, Deus sabia que, ao comerem daquele fruto, seus olhos se abririam e eles conheceriam o bem e o mal. 34

OUTRO ÂNGULO A orientação de Deus passou a ser observada por outro ângulo. O limite começou a parecer privação. E aquilo que havia sido apresentado como proteção passou a ser interpretado como algo que os impedia de alcançar mais. 35

A MULHER OLHOU PARA A ÁRVORE O fruto parecia bom para alimento, agradável aos olhos e desejável. Nada em sua aparência revelava as consequências que carregava. Ela tomou o fruto e comeu. 36

DEPOIS GÊNESIS 3:6 Depois, entregou também o fruto ao homem. E ele comeu. 37

NÃO HOUVE UM TROVÃO O céu não escureceu naquele instante. As árvores permaneceram de pé, os rios continuaram percorrendo o Jardim e os animais não desapareceram. Por alguns momentos, tudo ao redor parecia continuar exatamente como antes. 38 Mas algo havia mudado dentro deles.

SEUS OL HOS SE ABRIRAM GÊNESIS 3:7 E a primeira coisa que perceberam não foi o poder que poderiam alcançar. Foi a própria nudez. 39

UMA PROTEÇÃO IMPROVISADA GÊNESIS 3:7 Juntaram folhas de figueira e fizeram para si uma proteção improvisada. Aqueles que antes estavam diante um do outro sem disfarces agora procuravam uma maneira de se cobrir. 40

ENTÃO, OUVIRAM DEUS GÊNESIS 3:8 Pela primeira vez, quando Deus se aproximou, o homem não correu ao Seu encontro. Não precisavam fugir, esconder-se ou imaginar o que aconteceria quando fossem encontrados. Até aquele momento, Sua presença nunca havia sido motivo de medo. Mas agora era diferente. Correu para se esconder. 41

ENTRE AS ÁRVORES GÊNESIS 3:8–9 Por alguns instantes, permaneceu entre as árvores, tentando não ser encontrado por Aquele de quem jamais precisara se esconder. 42

ATÉ QUE A VOZ DE DEUS ATRAVESSOU O JARDIM Onde estás? Era uma pergunta simples. Mas a resposta do homem iria muito além do que lhe havia sido perguntado. 43

CAPÍTULO 3 A VERDADE POR TRÁS DAS RESPOSTAS GÊNESIS 3:10–19 44

A RESPOSTA GÊNESIS 3:10 A resposta veio de entre as árvores: — Ouvi tua voz no jardim, e tive medo, porque estava nu; e me escondi. 57

AGORA ERA DIFERENTE Nada havia em seu corpo que precisasse esconder, e a voz de Deus jamais o fizera fugir. Até pouco tempo antes, o homem caminhava por aquele mesmo lugar sem conhecer o medo. 46 Agora, bastava ouvi-la para que procurasse abrigo entre as árvores.

ALÉM DA PERGUNTA lugar. Falou do medo. Falou da nudez. E confessou que havia se escondido. em que o homem acabara de entrar. Deus havia perguntado onde ele estava. A pergunta pedia apenas sua localização. Mas o homem não respondeu com um A resposta revelou a condição decadente 47

— Quem te ensinou que estavas nu? Comeste da árvore de que te mandei que não comesses? Essa condição se tornaria ainda mais evidente nas perguntas que atravessaram o silêncio do Jardim: 48 GÊNESIS 3:11

O MOMENTO DE ADMITIR Ele respondeu: O homem sabia o que havia feito. sua boca não foram “eu comi”. Era o momento de admitir sua escolha. Mas as primeiras palavras que saíram de 49 GÊNESIS 3:12 — A mulher que me deste por companheira me deu da árvore, e eu comi.

Aquela com quem dividiria o Jardim, o trabalho e a vida. A mulher. A mesma que ele recebera com alegria. 50 ANTES

51 AGORA Era a primeira pessoa para quem apontava.

A JUSTIFICATIVA — A mulher que me deste... Mas sua resposta não parou nela. O homem apontava para a mulher, mas suas palavras também alcançavam Aquele que a havia colocado ao seu lado. Em poucas palavras, aquilo que havia recebido como presente transformava-se em justificativa. 52

SOMENTE NO FINAL A escolha havia sido dele. Mas, em sua resposta, a responsabilidade parecia pertencer a todos, menos a si mesmo. Somente no final da resposta, depois de mencionar a mulher e lembrar que Deus a havia dado, ele admitiu: — ...e eu comi. 53

E A MULHER, O QUE DIRIA? GÊNESIS 3:13 A pergunta era direta. — A serpente me enganou, e comi. E a resposta também começou apontando para outro lugar: 54 — Por que fizeste isto? Deus voltou-se para a mulher:

DE MÃO EM MÃO A responsabilidade também parecia seguir o mesmo caminho. O fruto passara de uma mão para outra. Assim como o homem, a mulher deixou para o final as palavras com que assumiu sua participação. O homem havia apontado para a mulher. A mulher apontava agora para a serpente. 55

SEM PERGUNTAS GÊNESIS 3:14 Não lhe pediu explicações. Dirigiu-se a ela anunciando as consequências do que havia feito: À serpente, porém, Deus não fez pergunta alguma. 56

GÊNESIS 3:14 57

58 — Multiplicarei grandemente as tuas dores e teus sofrimentos de parto; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará. GÊNESIS 3:16

A MULHER GÊNESIS 3:16 Então, Deus dirigiu-se à mulher. 59 A experiência de gerar filhos seria acompanhada por dores.

A RELAÇÃO Aqueles que haviam sido criados para compartilhar a vida agora conheceriam o desequilíbrio em sua relação. A relação entre ela e o homem também seria afetada. Seu desejo se voltaria para ele, e ele a dominaria. 60

O HOMEM GÊNESIS 3:17–19 Depois, Deus falou ao homem. Por ter ouvido a mulher e comido do fruto que lhe havia sido proibido, a terra seria amaldiçoada por sua causa. 61

62 — No suor do teu rosto comerás o pão... GÊNESIS 3:19

UMA TERRA DIFERENTE O solo que antes oferecia alimento em abundância passaria a produzir espinhos e ervas daninhas. Para comer, o homem teria de trabalhar com esforço e suor todos os dias de sua vida. 63

SENTENÇA MAIOR Até que retornasse à terra da qual havia sido formado. Ele viera do pó. E ao pó voltaria. 64

AS CONSEQUÊNCIAS A serpente rastejaria. A mulher conheceria a dor. As consequências haviam sido anunciadas. O homem enfrentaria uma terra que já não lhe ofereceria alimento sem esforço. E a morte, antes desconhecida, agora fazia parte do futuro humano. 65

Tudo parecia definido. 66 Mas, entre as palavras dirigidas à serpente, havia uma declaração que ainda aguardava ser compreendida

67 CAPÍTULO 4 CAMINHO FECHADO Entre todas as consequências anunciadas, uma delas ainda guardava um mistério. — E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre tua descendência e a descendência dela...

68 ...esta te ferirá a cabeça GÊNESIS 3:15

69 e tu lhe ferirás o calcanhar. GÊNESIS 3:15

70 E um confronto cujo desfecho ainda permanecia oculto. Dois ferimentos. Duas descendências A VITÓRIA NÃO SERIA DEFINITIVA seria definitiva. Parecia ter alcançado o que desejava. o homem e a mulher até a desobediência. Mas a serpente também seria atingida. Um descendente da mulher seria ferido. A serpente havia se aproximado da mulher, questionado a orientação de Deus e conduzido Mas, em meio às consequências que acabavam de ser anunciadas, ela ouviu que sua vitória não

71 Depois de ouvir que retornaria ao pó: No suor do teu rosto comerás o pão até que voltes à terra, porque dela foste tomado; porque pó és, e ao pó voltarás. “E chamou o homem o nome de sua mulher, Eva...” O homem fez algo que chama a atenção: EVA

72 ...porquanto ela era mãe de todos os viventes.

Agora, o homem dava à mulher um nome ligado à vida. ...porquanto ela era mãe de todos os viventes. Pouco antes, Deus havia falado sobre a morte. E o próprio texto explica essa ligação ao completar: Seu nome está relacionado, no hebraico, à ideia de vida, vivente. 73 UM NOME LIGADO À VIDA GÊNESIS 3:20 Mas a vida continuaria. A morte havia sido anunciada.

73 AS FOLHAS Folhas retiradas das árvores Uma cobertura frágil, feita às pressas, para esconder a vergonha que agora sentiam. Eles ainda carregavam sobre o corpo as folhas que haviam costurado para esconder a nudez. Mas não fez isso. Deus poderia simplesmente tê-los deixado com aquilo que haviam conseguido fazer por si mesmos. Em meio às consequências, voltou Sua atenção para aquilo de que precisavam.

75 E OS VESTIU E os vestiu. As vestimentas os acompanhariam na vida que teriam pela frente. A Bíblia não conta como as vestimentas foram produzidas nem explica tudo o que aquele gesto representava. “E o SENHOR Deus fez ao homem e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.” GÊNESIS 3:21 Diz apenas: As folhas serviram para aquele momento.

76 O CUIDADO PERMANECIA Haveria trabalho. As vestimentas não retiravam as consequências. A terra exigiria suor, mas ainda produziria alimento. Mas mostravam que Deus não os deixaria entregues ao acaso. A dor passaria a fazer parte da vida, mas a vida continuaria. Haveria filhos. Haveria futuro. Haveria alimento. A sentença mudaria profundamente a vida que conheciam. O cuidado de Deus, porém, permanecia.

77 HAVIA OUTRA Depois da escolha, sua presença tornou-se decisiva. Mas ela não era a única árvore mencionada no centro do Jardim. Até então, porém, aquela árvore permanecera silenciosa na narrativa. Até aquele momento, toda a atenção da narrativa havia se concentrado na árvore do conhecimento do bem e do mal. A Bíblia registra sua existência desde o princípio: E havia o SENHOR Deus feito nascer da terra toda árvore agradável à vista, e boa para comer: também a árvore da vida em meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. GÊNESIS 2:9 A árvore da vida. Havia outra

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79 A árvore da vida deixava, então, de ser apenas uma presença mencionada no início da narrativa. “E disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; agora, pois, para que não estenda sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva para sempre.” GÊNESIS 3:22 Agora havia uma razão para que o homem não tomasse também de seu fruto. TORNO U-SE DECISIVA

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81 ENTÃO VEIO A DECISÃO E foi somente então que veio a decisão: O homem que recebera um lugar pronto agora teria de preparar o próprio caminho. O homem e a mulher teriam de deixar o lugar onde tudo havia começado. GÊNESIS 3:23 “E tirou-o o SENHOR do jardim de Éden, para que lavrasse a terra de que foi tomado.”

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“Lançou, pois, fora ao homem, e pôs ao oriente do jardim de Éden querubins, e uma espada acesa que se revolvia a todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida.” GÊNESIS 3:24 86

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